AprovAI

Analítica preditiva para cursinhos e colégios de alto desempenho

Qual aluno precisa de você agora, e não em dezembro.

O AprovAI lê o histórico acadêmico que a sua coordenação já coleta — simulados, frequência, redação, entregas — e devolve, com data de corte definida, duas leituras separadas por estudante: quem tem potencial de aprovação em Medicina e quem está em risco de ficar para trás.

Distribuição da coorte — SSA/UPE 1ª fase

Probabilidade estimada por estudante

corte: 15/03 · n=42 · modelo v0.4

0% 25% 40% 55% 100% ACOMPANHAMENTO INTENSIVO ZONA DE VIRADA CONSOLIDAÇÃO Cada marca é um estudante pseudonimizado. A zona de virada é onde a intervenção pedagógica muda mais o resultado.

O problema

A coordenação tem todos os dados e nenhum sinal.

Boletim no sistema acadêmico, simulado na planilha, frequência no diário, redação no caderno do corretor. A leitura cruzada depende da memória de quem está na coordenação há mais tempo — e só acontece quando o aluno já caiu.

Dispersão

Quatro fontes, nenhuma chave

Em uma lista real de aprovados de uma turma, 45 registros correspondiam a 38 estudantes: aprovação em mais de um vestibular, grafias diferentes, nenhum identificador. Antes de prever, é preciso saber de quem se fala.

Tardio

O diagnóstico chega em novembro

Quando o padrão fica óbvio no boletim, o calendário já fechou. Sem data de corte definida, qualquer previsão é descrição do passado.

Subjetivo

Prioridade por intuição

A coordenação atende quem aparece, quem a família cobra e quem o professor lembrou de citar na reunião. Quem some silenciosamente não entra na fila.

Como funciona

Quatro etapas, nessa ordem.

  1. ETAPA 01

    Base analítica

    Ingestão das fontes existentes, pseudonimização dos estudantes e pareamento com as listas oficiais de aprovados — fonte pública e auditável, não autodeclaração.

  2. ETAPA 02

    Data de corte

    A coordenação define em que ponto do ano a previsão vale. O modelo só enxerga o que existia naquele dia. Sem isso, não há janela de intervenção.

  3. ETAPA 03

    Modelo calibrado

    Regressão logística regularizada como referência, com validação cruzada estratificada por coorte. Métrica de calibração junto da de desempenho: 70% no painel precisa significar 70% na vida.

  4. ETAPA 04

    Painel e trilha

    Dois scores separados, os fatores que explicam cada número e a ação pedagógica sugerida — sempre executada por um humano.

O diferencial

Dois scores, nunca um.

Um índice único de “potencial” leva a escola a concentrar recurso em quem já ia passar. O AprovAI separa as duas perguntas de propósito, porque elas exigem decisões opostas.

Score de potencial

Quem está perto do corte

  • Responde: onde o reforço converte em aprovação?
  • Alimenta: turmas de aprofundamento, mentoria de prova, simulados extras.
  • Não decide: nenhuma turma é montada só por esse número.

Score de risco

Quem está se desligando

  • Responde: quem precisa de contato humano nesta semana?
  • Alimenta: busca ativa, conversa com a família, encaminhamento ao serviço de apoio.
  • Independe do potencial: um aluno pode ter 8% de chance e ser a prioridade da semana.
Política de uso faz parte da entrega. O score não é divulgado ao estudante nem à família, não define turma sozinho e não aparece em documento de matrícula. Quem vê, o que pode decidir e o que não pode é acordado por escrito com a coordenação antes do primeiro número rodar.

Ficha técnica

O que vai no contrato.

AlvoAprovação em Medicina em vestibular público, apurada nas listas oficiais. SSA e ENEM/SISU são modelos separados — cronologias diferentes, um alvo cada.
EntradasMédia e tendência de simulados, frequência, taxa de entregas, nota de redação, histórico de bimestres. Nome nunca entra como atributo.
ModeloLogística regularizada como referência; modelos de árvore só quando superam a referência em validação. Baseline obrigatório: média ponderada de simulados.
AvaliaçãoPR-AUC, recall da classe positiva, precision@k para o volume que a coordenação consegue atender, e calibração por Brier score.
ExplicabilidadeContribuição de cada fator em log-odds para todo estudante exibido. Nenhum número aparece sem o porquê.
Dados pessoaisBase pseudonimizada na origem. Titulares menores de idade: tratamento sob o critério do melhor interesse, com registro das operações entregue junto do sistema.
Limite declaradoCom menos de três coortes históricas, o AprovAI entrega diagnóstico padronizado em vez de predição. A honestidade metodológica é cláusula, não ressalva.

Planos

Começa pelo diagnóstico.

Toda implantação abre com a padronização da base. Se o histórico não sustentar predição, o contrato para no primeiro degrau e ninguém paga por um modelo que não deveria existir.

Piloto

R$ 4.800 / projeto

8 semanas, uma unidade

  • Diagnóstico e padronização da base
  • Pareamento com listas oficiais
  • Painel de indicadores sem predição
  • Parecer de viabilidade do modelo
Ver entregável

Escola · recomendado

R$ 1.890 / mês

Até 400 estudantes ativos

  • Tudo do Piloto
  • Score de potencial e score de risco
  • Fatores explicados por estudante
  • Trilhas de intervenção e busca ativa
  • Recalibração a cada coorte
  • Política de uso redigida com a coordenação
Ver o painel

Rede

Sob proposta

Múltiplas unidades

  • Tudo do Escola
  • Comparação entre unidades
  • Verificação de viés por grupo
  • Integração com o sistema acadêmico
  • Formação da equipe pedagógica
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